sábado, agosto 12, 2006

Batian - 2 anos hoje

Acabei de ler A Chave, do Tanizaki. Achei a estrutura narrativa interessante, porque sao os diarios da mulher, e os diarios do homem, intercalados. Mas quando foi chegando ao finalzinho, me decepcionei com o livro. Me senti revoltada mesmo. Nao vou contar o porquê porque perde a graça, mas nao gostei. Vou dar outra chance ao Tanizaki, mas nao gostei desse livro em especifico. Agora, volto pros artigos de "Reframing Japanese Cinema" com força total.

Hoje completaram 2 anos que minha batian morreu. Sinto muita saudade dela. Muita falta mesmo, sabe? De conversar, de trazer presente, de falar sobre o passado dela, de levar bronca por estar solteira, de levar bronca quando estava namorando, etc. Essas coisas de ; por ex, ela adorava empadinha de camarao da Yokoyama, sempre ia lá comprar pra ela. E ela ficava toda feliz, comia com gosto. Essas coisas bobas me fazem falta.

E no final, ela sofreu muito com diabetes. Esse é um dos meus principais medos: ter no meu metabolismo o gatilho da diabetes. Deus me ajude a nao desenvolver essa doença. Procuro tomar suco com adoçante, maneirar nos bolos e docinhos, tudo pra nao ter diabetes no futuro. E hoje acabei nem passando numa igreja pra rezar pela minha batian. Mas nao importa, pq onde quer que ela esteja, ela sabe que estará sempre no meu coração.

Passei o dia meio down, mas nada muito deprimente, desconcertante. Deu pra trabalhar normalmente, e correr bastante, e levar muitas bronquinhas, mas acho que ando merecendo até. Ultimamente estou pouco focada nas coisas importantes. Por exemplo, nao é importante atualizar o blog (hehehe), mas é que só invisto uns 5 minutos escrevendo, já que sou muito profilica e agil na redacao.

Hoje almocei com J. na Liberdade, num restaurante por quilo bem louco, com cadeiras meio em estilo medieval, e no cardapio, muitas saladas. Baratinho e bom. Gostei. Mas acho que o restaurante nao tem nem nome, de tao escondido, entao, nao dá pra recomendar. Mas fica na R. Barao de Iguape, subindo uma escadona. =D

Depois tivemos reuniao com M., já tinha tido reuniao com Y., depois encontrei a L., pra nova reuniao com Y. E uma pessoa me surpreendeu muito. Achava que ele(a) era um chato(a) de carteirinha, mas sabe que nao é?? Essa pessoa me ajudou de um modo inacreditavel hoje, fez toda diferença pra mim. Realmente, é conhecendo o intimo, o coracao das pessoas, que a gente acaba descobrindo de verdade quem sao nossos aliados. Putz, chegou o fim-de-semana enfim. Pra mim, sinonimo de (mais) trabalho. Bjs.

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