terça-feira, outubro 10, 2006

Yoga e zen...

Há dias que me sinto uma fabriquinha de releases. Tenho que escrever rapidamente e de maneira interessante sobre assuntos tao diversos e variados que chega a faltar inspiração de vez em quando. Preciso ler mais, ver mais, sentir mais, viver mais, para ter mais inspiração!

Hoje tive minha primeira aula de hatha yoga no Hiroshima. A professora H. é muito legal, uma pessoa super zen, e acho que mais zen do que eu! As posturas são muito relaxantes, mas tem duas que eu não consegui fazer hoje: a do arco e a posição invertida. Credo, é muito difícil! Mas saí da aula relaxada e completamente alongada.

A professora tb falou que eu ia ter umas dores de cansaço esquisitas, porque na aula nós trabalhamos músculos que não são usados no dia-a-dia. Pior que é verdade, senti um cansaço estranho em partes da perna que nunca tinha sentido! Mas estou 100% bem. Tanto que hoje vivi fortes emoções, enfrentando meu medo de altura com muita coragem.

E almocei no melhor restaurante “de peão” da Liberdade: o restaurante Sato. Quando estou com vontade de comer algo substancioso, vou lá e peço o prato comercial. Bom e barato. É muito bom comer arroz, feijão, carne e salada! È o melhor prato da culinária brasileira! Depois fui trabalhar, e na volta, passando frio, tomei um capuccino e comi pastel de Santa Clara. Humm!!

Estava levando minha cachorrinha pra passear, como faço todos os dias, e reparei que o lixo na frente da minha casa não tinha sido recolhido direito. A caixa da pizza que eu comprei anteontem ficou lá jogada, meio pisoteada e rasgada. Fiquei muito triste com algo que aconteceu depois. Um senhor bem humilde apareceu e pegou a caixa de papelão do chão, já toda estragada. Senti um aperto no coração ao ver a cena.

O que me deixa triste é saber que eu tenho condições de comprar de vez em quando uma pizza, mas que aquele senhor precisa se contentar com um pedaço de papel estragado, para juntar papelão e vender por quilo e conseguir com isso algum dinheiro pra sustentar a família dele. Eu me sinto triste sabendo que o que eu tenho, muitos sonham, mas não podem ter. Preciso fazer algo por essas pessoas. Só não sei direito o quê (ainda). Bjs.

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