quarta-feira, janeiro 31, 2018

Broken wings, broken hearts



Onde vai parar esse mundo? Estava vindo para o escritório e tinha uma pomba com a patinha quebrada, andando com dificuldade na rua. Eu olhei pra ela com piedade, e olha que eu não gosto nada de pombas. Você acredita que um cara simplesmente CHUTOU a pomba com o pé, de propósito? Ele não pode nem dizer que fez isso sem querer, porque dava pra desviar do pobre animalzinho. Coitado do bichinho, que não fez nada além de existir e estar machucado na frente do cara. Não consigo entender porquê um ser humano faz isso com outro ser, seja humano, animal ou mesmo inanimado. É muita raiva no coração das pessoas!

Estava assistindo uma palestra sobre budismo com a Marcia Baja. Na verdade, eu coloco no meu Ipad e vou dormir entretida com a voz suave e as pausas dela hahahaha, dessa maneira, quem sabe os novos ensinamentos budistas entrem na minha mente de forma inconsciente, durante o sono, tipo uma hipnose budista?

Anyway, ela fala uma coisa muito legal.

A gente não sai na rua de qualquer jeito, a gente não sai de casa pelado, de pantufa, com uma meia de cor diferente da outra. A gente se preocupa muito com isso, com a casca das coisas, com nossa aparência, com as coisas mundanas. Mas por que a gente sai na rua com a mente e o coração descontrolado, destemperado, desequilibrado? Dando chutes e murros sem pensar em quem atingimos? Construindo muros e atirando pedras? Por que as pessoas não conseguem acalmar o coração, colocar mais paz na mente e nos pensamentos?

Esse é um reflexo do mundo de hoje, um mundo egocêntrico, cheio de medos e frustrações, onde as pessoas tem sonhos frustrados, corações partidos e muito medo de voar. Eu tento pensar positivamente, refletir que existe mais bem do que mal no mundo (e há, acredite). Mas tem vezes em que os atos dos seres humanos me assustam e me enojam. É só abrir a página dos jornais. É só ver um rapaz achar normal chutar um bicho na rua, só porque sim. É só ver como estamos desumanizando o mundo e o ser humano. Mesmo assim, o bem sempre vence, precisamos acreditar nisso e continuar lutando. Que meu trabalho inspire pelo menos algum ato caridoso em pelo menos uma pessoa, já está valendo meu dia hoje.


terça-feira, janeiro 30, 2018

Ninguém precisa saber


Todos os dias eu procuro fazer algo bom para outra pessoa. Podem ser coisas pequenas, gestos delicados, comuns a qualquer pessoa, ou podem ser favores especiais, coisas que em alguns momentos, somente eu poderia fazer por alguém. E eu faço, ajudo porque quero, e não preciso ficar divulgando, porque ninguém precisa saber.

Isso pode parecer muito fora da realidade, ajudar os outros no dia-a-dia do trabalho, mas a verdade é que felizmente, tenho muita gratidão ao Universo porque eu vivo meu sonho, trabalho com meu sonho, que é o trabalho voluntário, as entidades, a solidariedade, um mundo melhor. Eu consigo atuar de forma transformadora e proativa pelo bem das pessoas, sei que tenho esse poder de alquimia nas minhas mãos. Então a minha vida realmente está em uma vibe diferente das outras pessoas, que atuam no mundo corporativo, onde um quer passar a perna no outro, por exemplo.

Mas não é porque eu atuo nas entidades que não passamos por dificuldades. Esse mês aconteceu uma coisa que me magoou tanto, que eu fiquei uns 2 ou 3 dias meio fora de mim, mal humorada, irritada, enjoada, com energia baixa. Não me sentia eu mesma. Eu não costumo deixar que as coisas do mundo externo me atinjam, mas nesse caso, foi uma decepção tão grande com uma pessoa querida, que não consegui segurar a barra. Continuo gostando, mas não posso aceitar algo que vai contra meus valores. Eu não consigo ser conivente! Os seres humanos são um mistério, e muitas vezes, a gente não consegue entender porque elas decidem por um caminho ou outro. Só nos cabe respeitar.

Eu gosto desse trecho da música do Lulu Santos, "Apenas mais uma de amor". Não me importo se fizer algo que pareça fraqueza aos olhos dos outros. O que me importa é fazer o que eu acho correto, o que eu acho certo. Isso me traz alegria. E se a gente se decepciona depois, não significa que a humanidade está perdida e que as pessoas não são boas. Significa apenas que devemos escolher bem em quem confiar. E seguir trabalhando, e continuar em frente, não desanimar. O bem sempre vence.

Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer

Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber


segunda-feira, janeiro 29, 2018

O bicho homem



Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.
(O Bicho – Manuel Bandeira)

Esses dias, estava voltando para o escritorio e vi um homem tirando comida do lixo e comendo. Eu me senti um lixo testemunhando isso, por vários motivos. Creio que o principal deles é que vivemos em um mundo em que existe comida para todos. Mas a maioria não recebe o mínimo necessário, o nosso sistema não acredita em igualdade. As indústrias preferem jogar fora no lixo, do que alimentar os famintos. O restaurante também. A gente desperdiça comida comprada no supermercado, que estragou na geladeira ou na despensa. Enquanto estamos vivendo a nossa vida cotidiana, tem tanta gente passando fome na rua, na periferia, na favela, no cortiço. É simplesmente revoltante, algo que me incomoda muito.

Eu faço trabalho voluntário há mais de 20 anos e tenho certeza que já ajudei muita gente. Fui testemunha de muitos sorrisos, esperanças e alegria. Ajudei pessoas a não desistirem, encorajei outras, e apoiei muita gente em diversas lutas. Cheguei a fazer comida para as pessoas que moram na rua. Mas o meu trabalho não tirou ninguém da rua. Não sei se consegui salvar uma vida. E isso é algo que me faz refletir às vezes.


Tudo que fazemos é para divulgar a cultura japonesa no Brasil e ajudar as entidades nikkeis. Uma missão nobre, solidária, mas em termos efetivos e estruturais, não sei se estamos conseguindo impactar a sociedade, e atingir as pessoas que realmente precisam da nossa ajuda. Como aquele homem. Será que todo esse meu trabalho pode algum dia resultar em uma sociedade na qual um ser humano não precise mais pegar comida no lixo? Ou devo me dedicar para uma outra causa, talvez?

domingo, janeiro 28, 2018

Lembranças de infância


O meu cabelo é bem longo, e gosto de cuidar, passar máscara(s), pentear, lavar...é tipo uma terapia de domingo pra mim. Hoje sai da rotina e resolvi lavar o meu cabelo no tanque, com bastante água fria, como fazia na casa da minha batian. Eu lavava o cabelo e ficava lá na área, esperando o cabelo secar naturalmente, e a presença do meu ditian é uma lembrança querida na minha mente.


Se você ainda tem seu ditian e sua batian (avô e avó) na sua vida, considere-se muito abençoado. Eu sinto muita saudade deles, e sempre os vejo nos meus sonhos. Hoje por exemplo, sonhei com meu ditian. E sonhei também com minha cachorrinha que morreu atropelada, por medo de trovão.  L


A minha batian do lado materno continua alegrando nossas vidas. Ela está um pouquinho fraca, com artrite, mas eu procuro sempre ajudar, fazer o que eu posso, levar flores para colocar no ‘butsudan’ do meu ditian e comprar as coisas que ela gosta de comer. A vida, na verdade, é feita por esses momentos delicados e cotidianos. Não deixe para depois a oportunidade de fazer as coisas que você gosta com seus familiares, porque a vida é muito curta, e depois que eles se vão, fica muita, muita, muita saudade!

quarta-feira, janeiro 24, 2018

Mr. (mrs) trouble maker


Imagine uma pessoa chata. Imaginou? Então imagina a chatice em dobro. Nos eventos da comunidade, encontramos MUITA gente legal, mas também encontramos poucas pessoas chatas(inhas e onas). E precisamos saber lidar com elas, pois não desaparecerão por toque de mágica, já que não estamos no mundo de Harry Potter. Simplesmente, aprende-se a conviver com isso. São coisas da vida em comunidade.

Eu costumo ser muito agradável com todas as pessoas, porque realmente acredito na máxima que gentileza gera gentileza. Mas tem alguns individuos que peloamordedeus, exageram muito na mediocridade, deixam de lado qualquer modéstia no quesito de chatice. Ainda bem que são poucos! Por exemplo, teve um evento em que estava ajudando e que as "autoridades" ficaram sentadas longe do palco, por um descuido simples, coisas de evento.

Como eu já entendo das coisas e sei que a pessoa (chata) é um pouco cricri no sentido de ficar reclamando e encher o saco dos outros, eu cedi o MEU lugar e do meu amigo para esse casal, para eles não reclamarem com ninguém da organização pelo fato de estarem no fundão (longe dos importantissimos vips hahaha). E fui lá pro fundo numa boa. Estava todo mundo trabalhando igual e não achei legal eles serem incomodados por uma questão tão prosaica, então eu tomei a iniciativa de ajudar.

Você acredita que esse ser humano:
1) ficou reclamando com todo mundo da mesa;
2) não me agradeceu;
3) reclamou que não levei uma pessoa lá na mesa para cumprimentá-la.

Ou seja, deveria ter aplicado as 3 regras da ajuda da minha coach:
1) a pessoa pediu ajuda? (   ) sim   (  x ) não
2) a ajuda é boa pra você? (   ) sim   ( x  ) não
3) a ajuda é boa pra pessoa? ( x  ) sim   (   ) não

(Se são 2 respostas não, eu NÃO deveria ter ajudado! hehe...)
Via de regra, só deveria ajudar quando as 3 respostas fossem sim. Mas já há um bom tempo decidi quebrar essas regrinhas e ajudar quem eu puder, sem me importar com reconhecimento, com gratidão ou benefício próprio. O retorno que eu sinto é que eu fiz a minha parte e agi de acordo com o que achei que era certo. Isso é o que importa, mesmo que pessoas chatas depois me façam escrever posts reflexivos no meu blog.

Mas sabe porque eu não fico brava com gente assim? Porque essas pessoas folgadas acabam escrevendo seu próprio destino, com seus atos diários. Não tem escapatória! Por exemplo, tinha um jantar na churrascaria depois de um evento em que todos ajudaram (incluindo um chatão). Todos os queridos e queridas foram convidados para a churrascaria. Menos o chatão. 

Entendeu? A gente colhe os frutos que semeia. Simples assim. Se semeamos boas sementes, colheremos boas plantinhas. Quem semeia mágoa, critica, julgamento e pequeneza de sentimentos, acabará no final colhendo pedras, galhos secos e ervas daninhas. Eu não preciso fazer nem pensar nada de mal da pessoa, porque ela mesma está se fazendo mal, e tristemente, não percebe que perde a oportunidade de se conectar com as pessoas de uma maneira mais bonita, alegre e generosa. Que continuemos praticando a gentileza dos pequenos atos diários!

terça-feira, janeiro 23, 2018

Heal the Pain

Nesse domingo, fui no show da Fernanda Takai no Sesc Pinheiros, mesmo sem conhecer as musicas do novo dvd dela (Na Medida do Impossível), e me surpreendi muito! Além das canções serem lindas, achei que os músicos estavam super sintonizados e com uma energia inspiradora! E conheci ela no final do show, super gentil e simples! Aproveitei para convidar ela pro Festival do Japão!

A música que eu mais gostei foi de um tema que originalmente não me atrai. Ela falava muito de Jesus, mas de um jeito muito inocente, otimista e positivo. Olha que música bonitinha!


E no meio do show, ela tocou a minha música favorita do George Michael, numa versão muito fofa e delicada. Isso mexeu muito comigo, porque essa música ressoa no meu coração! Percebi que a minha alma tem muito a ver com esse trabalho solo da Fernanda Takai!


George Michael sempre foi um dos meus artistas favoritos, mas considero que realmente me conectei mais com ele e entendi melhor as suas lutas depois que assisti um documentário sobre a sua vida.
Eu não sabia que ele tinha tido um grande amor (brasileiro), o Ancelmo, que morreu de Aids e depois perdeu também a mãe, e com isso, sentiu muita raiva, que praticamente inviabilizou a carreira dele.

Uma pessoa que escreveu versos lindos como esse, de "Heal the Pain"...

You tell me you're cold on the inside
How can the outside world
Be a place that your heart can embrace
Be good to yourself
'Cause nobody else
Has the power to make you happy


...também sofreu muito, e praticamente se autodestruiu por causa da raiva e da amargura. Mesmo assim, criou coisas lindas e que simbolizam uma época. Enfim, ele não foi bom com ele mesmo, e em muitos sentidos, não foi mais feliz depois de sofrer perdas imensas na vida. Ele não conseguiu proteger sua emoção e nem percebeu que a raiva é o pior conselheiro. O que é uma pena, pois vemos tantos talentos se perdendo pela depressão e pelas dores da alma. A humanidade perde, todos perdemos. Enfim, continuo escutando as musicas do Georgie todos os dias! E acho que nunca vou enjoar!

sexta-feira, janeiro 19, 2018

Caindo e aprendendo


Caí feio na rua esses dias, pertinho da minha casa, e meu joelho ficou todo esfolado, em carne viva. Agora está cicatrizando, mas ainda está muito feio! Já caí anteriormente, mas não lembro de ter me machucado tanto assim. Eu bati o joelho, o braço, a cabeça, sei lá mais o quê, fiquei toda roxa e dolorida, além de assustada com minha falta de equilíbrio.

Eu fui falar com o médico que estava com algum problema. Devia ser um problema no meu pé, ou no sapato (que joguei fora aliás), ou no meu cérebro. Porque não é possível uma pessoa cair tanto assim na rua! E ele veio com a voz mais calma do mundo e falou: “você não tem culpa, o problema não é com você, é com a rua”. E que eu não devia ter jogado fora meu sapato hahahahah.

O médico explicou que toda semana, aparecem no Enkyo muitas pessoas, especialmente velhinhos, que ficam esfolados caindo nas ruas da Liberdade. Eles chegam todos machucados, alguns precisam levar pontos, tem gente que morre por causa disso! 30% dos idosos caem por ano, no Brasil. E deve ser assim em todos os centros médicos, pois ao contrário do Japao, aqui não existe um trabalho de prevenção de quedas!

Repare na calçada da sua rua. É toda esburacada, cheia de desníveis. Coitadas das pessoas com deficiência, porque se a gente sofre, imagina quem não enxerga ou está de cadeira de rodas! A rotina externa torna-se basicamente impraticável! Eu não sei explicar o motivo pelo qual o Brasil funciona desse jeito, mas realmente, não existe o senso de civilidade e respeito ao outro. Eu caí num ponto que fica entre uma loja e outra, exatamente no meio. De quem é a responsabilidade de manter a calçada? Será que mais pessoas estão se machucando?

Depois do tombo, estou passando remédios e aplicando o que o médico me disse: andar mais devagar, com passos menores e mais calmos. Porque eu costumo andar bem rápido, pensando em um monte de coisa, e acabo distraída, pisando nesses buracos horrorosos. Então é uma boa dica, até pra vida. Andar com passos menores e mais seguros. Para tentar não cair de novo! Até porque na cultura japonesa tem um ditado: cair sete vezes, levantar oito! Entao sigamos levantando sempre! 

quinta-feira, janeiro 18, 2018

Novos hábitos matinais


Hoje acordei novamente de madrugada (afinal para mim, 6h00 ainda é de madrugada) para ir na acupuntura. Eu normalmente não funciono nesses horários matinais, mas para sair da minha querida e amada zona de conforto, me propus o horrivel desafio de acordar as 6h00 e ir no dr. Baba, que além de muito fofo, gentil e educado, é um médico iluminado. Só de escutar ele falando, vê-se que a vocação dele é realmente a Medicina. Sabe aquele médico que escuta cada paciente com atenção? Que fica conversando com cada obassan, odissan, falando dos netinhos, dos passeios, das tristezas e alegrias? Então, é ele. Super recomendo.

Aliás, ele foi o único médico que reconheceu que eu estava com um comecinho de tendinite, depois de eu ter passado por vários especialistas. Como ele fez isso? Parece ridículo, mas ele simplesmente TOCOU no meu pé e fez um exame físico, que os outros médicos não fizeram, ou se fizeram, colocaram pouca vontade no processo. Em resumo, ainda bem que o dr. Baba existe. Meus pés agradecem. Minha alma agradece, porque é suuuuuuuuuuuuuuuper relaxante. E para me consultar com ele, não vejo problema em sair de casa às 6h30.

Eu não sei exatamente qual é o horário da minha consulta, na verdade. O meu cérebro funciona melhor na incerteza, quando se tratam de horários. Se eu não sei quando é a consulta, eu tentarei chegar mais cedo. Então deixei marcado no meu Google Calendar, 6h40, acupuntura. Não sei se a consulta é as 6h40, 6h50, 7h00, 7h10 ou 7h20. E não checarei, porque senão vai dar ruim. Mas estou lá desde cedinho, dormindo no sofá do Enkyo. Rsrsrsrs! Se eu souber que é às 7h00, vou chegar às 7h10. Coisas de uma pessoa que não gosta de acordar cedo.

Eu saio de casa sem maquiagem nenhuma, só com o tratamento de beleza matinal diário [FYI: Ibuki (sabonete, loção, hidratante), creme para olhos, protetor solar e água termal]. Vou com meus óculos escuros porque logicamente, estou super mal humorada de manhã e ninguém merece essa visão horripilante na rua às 6h30. Daí eu durmo no sofá, o dr. me chama e fico lá na salinha com as agulhas na perna e na cabeça, deitada, dormindo, muito zen. Sinceramente, é até duvidoso que algo tão relaxante possa mesmo fazer tão bem ao corpo! Mas está surtindo efeito! Perdi o medo das agulhas!

Quando acaba a consulta, eu me tranco no banheiro feminino e faço minha maquiagem e viro essa pessoa iluminada e formosa, a Erika que todos conhecem. E vou tomar café da manhã na padoca, toda feliz e depois vou para o escritório. Hoje adicionei um novo passo nessa rotina: tive a minha primeira aula de shamisen com o Yuzo Akahori, e simplesmente adorei! Ele é um professor muito didático e calmo, e realmente muito paciente, pois eu sou uma pessoa com inata inabilidade para instrumentos musicais. Não vou contar os segredos que ele me contou, porque são informações restritas e sigilosas aos alunos. Já aprendi como se chamam as partes do shamisen e comecei a tocar as primeiras notas (notinhas, pra falar a verdade), e a primeira música. Olha que avanço! 


Esse ano com certeza será muito bom para mim, e desejo o mesmo para você! Que seja um 2018 de muita luz, paz e alegrias. Também de muito trabalho (aliás, é engraçado que muita gente quer colher os frutos que não plantou. É um contrassenso! Para colher coisas boas em 2018, será necessário plantar muitas sementes do bem). Beijos!