sexta-feira, novembro 02, 2018

Faça bem pra você também!

A gente precisa preservar a nossa energia e se priorizar, ao invés de tentar agradar o mundo todo. Vejo muita gente (eu, inclusive) que coloca o bem estar dos outros como prioridade, muitas vezes se prejudicando. 

Quantos atos de amor e carinho você fez pelo outro nos últimos dias? E quantas vezes você se amou, se permitiu fazer um carinho para si mesmo?

Costumava contar pra minha coach que não precisava de nenhum inimigo. Eu era minha pior inimiga, a adversária mais cruel, incansável e critica que poderia enfrentar. Não tinha como vencer esse jogo, porque eu era a minha inimiga número 1.

Quando tomei consciência de que toda essa crítica, julgamento e opinião ruim que eu tinha sobre mim estava me fazendo (muito) mal, eu consegui me livrar desse peso desnecessário. .

Foi um processo difícil, mas agora, sou minha melhor amiga. Me permito fazer coisas que me fazem feliz, e não fazer as coisas que me entristecem. A vida é muito curta para não se amar. E você, como está se cuidando? 

We need to preserve our energy and prioritize, instead of trying to please everyone. I see many people (myself included) who put the well-being of others as a priority, often hurting themselves.

How many acts of love and caring have you done for others in the last days? And how many times have you loved yourself, allowed yourself to care a little bit about yourself?

I used to tell my coach that I didnt need any enemies. I was my worst enemy, the most cruel, tireless and critical adversary I could face. I could not win this game, because I was my own enemy number 1.

When I became aware that all this criticism, judgment and bad opinion I had about myself was hurting me (much) badly, I managed to get rid of this unnecessary weight.

It was a difficult process, but now, I'm my best friend. I allow myself to do things that make me happy, and dont do things that makes me sad. And you, how are you taking care of yourself?

sexta-feira, outubro 12, 2018

Liberdade para ser feliz

Esses dias escutei algo bonito. Perguntado sobre oque é felicidade, o menino respondeu: “pra mim, ser feliz é ser livre, poder fazer oque eu quero, ir para onde quiser”.


Sabe que eu nunca valorizei muito a minha liberdade? Eu sempre tive todas as condições para ser livre, mas eu mesma colocava cadeados na minha vida, amarras no meu coração...e me prendia, não me deixava voar.


Aprendi que ser livre e leve é muito bom! Livre de críticas, julgamentos e opiniões. Livre da zona de conforto, de viver com base nas expectativas dos outros. E mais gentil comigo mesma.


Ultimamente decidi viver com muito mais intensidade, indo em direção aos meus sonhos. Estou fazendo muitas coisas que são fora do padrão, aprendendo, experimentando uma nova maneira de ser e agir, deixando a energia fluir livremente.


E convido você também a refletir. O que você quer de diferente para a sua vida hoje? Existe algo que você quer muito fazer, mas nunca fez? E se não fez até agora, quando? Acredito que você consegue realizar tudo que está pulsando no seu coração. Simplesmente faça!


I’ve heard something beautiful these days. Asked about what is happiness, the guy replied: "For me, to be happy is to be free, to be able to do what I want, to go wherever I want."


Do you know that I have never really valued my freedom? I always had all the conditions to be free, but I used to put chains in my life, strings in my heart ... and that was restraining me.


I learned that being free and flowing is very good! Free from criticism, judgment and opinions. Free from the comfort zone, from living based on the expectations of others. And gentler to myself.


Lately I decided to live with much more intensity, going towards my dreams. I am doing many things that are out of the norm, learning, experiencing a new way of being, letting the energy flow freely.


And I invite you to reflect. What do you want different in your life today? Is there something you really want to do but never did? And if thais not done until now, when? I believe that you can accomplish everything that is thrilling in your heart. Just do it!


quarta-feira, setembro 26, 2018

We found love



Lógico que melhorei bastante nos últimos tempos, graças à infinita paciência dos meus amigos maravilhosos, que escutaram incansavelmente as minhas lamúrias e tristezas sobre o fim do relacionamento, me acolheram nas lágrimas e me ajudaram a refletir sobre todas as novas dúvidas que surgiram a partir dessa experiência triste.

Mesmo com todo apoio e suporte das pessoas que me amam, ainda sentia que faltava um “closure”, passar um remedinho no machucado, para cicatrizar e curar de vez o meu coração. Como para algumas perguntas eu não tinha resposta, fui perguntar pro meu terapeuta, o Fred Mattos (dica, assine o canal dele no Youtube!).

A minha dúvida era essencial para mim. Eu queria saber se eu sei o que é AMOR. Porque pensa bem, se apesar de tudo que estudei, li, vivi, sofri, superei, se eu AINDA não sei o que é amor, como eu vou ajudar as pessoas sendo coach?? Como vou construir um relacionamento saudável e maduro, sem saber definir se eu sei oque é amar?? Perai né!!

No meu coração, oque mais me machucava era pensar que eu tinha acreditado numa ilusão, numa cilada, numa mentira. Que eu tinha dedicado o melhor de mim por alguns meses pra viver uma farsa, sonhar com uma vida juntos, ser enganada por promessas de um falso amor, sem perceber oque estava acontecendo, desperdiçando meu tempo. Em resumo, achava que eu era uma otária. Simples assim.

O Fred me entendeu e me ajudou a compreender melhor minha angústia. Ele disse que tem diferença entre amor e relacionamento amoroso, essa é a primeira coisa. E para o amor, o meu critério era “reciprocidade”. O nosso amor não foi mais recíproco depois que ficamos distantes. Senti a tristeza no ar.

Dai o Fred respirou um pouco e colocou pra mim o critério da “entrega de qualidade”. E meu Deus, se olhar esse critério, eu tenho certeza absoluta que entreguei o melhor de mim. Como eu nunca tinha feito antes. Sem nenhuma ressalva. Entreguei 1000% do meu amor. Então, a minha parte foi feita. E portanto, eu sei muito amar, e sei o que é o amor. Amor é uma atitude, uma postura, mais do que um sentimento.

Outra coisa que me fez sentir o coração mais feliz foi que descrevendo o nosso relacionamento relâmpago trovejante, o Fred disse que com certeza, o moço me amou também. Porque senão não teríamos tido tantos sonhos e esperanças juntos. Lógico, depois a própria distância nos separou, porque ele tem um coração confuso, desconexão emocional, e mais dificuldade em manter um equilibrio na vida.

Mas nesse mundo que sustenta mentiras e desamor, confortou minha alma saber que o nosso amor foi verdadeiro. Foi amor enquanto durou. E sinto agora que estou pronta para amar de novo, muito mais, muito livre e feliz! We found love in a hopeless place. And I will find it again, because I’m in love with life!


quinta-feira, setembro 20, 2018

Mudanças no meu gosto musical


Quando me viu, a primeira coisa que o meu amigo me falou foi: Erika, para de escutar essas músicas deprê! Faz uma playlist bem animada e deixa de lado a Adele e a Amy Winehouse hahahahahaha...eu na verdade sei que a música influencia a nossa vibração e a nossa energia. E que somos feitos de energia, então, criei a nova playlist e estou nesse mood mais animado nos ultimos dias.

E realmente, depois que parei de escutar as musicas tristes e melancólicas, parece que a depressao e o desanimo que estava sentindo diminuiram bastante. Ainda estou meio tristinha, mas não só pelas coisas do coração. Para entender tudo que está acontecendo ao mesmo tempo, marquei uma horinha com meu terapeuta, o Fred, e sei que juntos, vou ressignificar tudo que anda acontecendo nos ultimos tempos na minha vida. Quando eu nao consigo resolver um problema sozinha, hoje, eu sei que preciso pedir ajuda. E essa é a hora.

Da minha playlist, tem algumas coisas engraçadas. O meu gosto musical sempre foi meio maluco, mas ultimamente tenho escutado muito essas musicas. Eu simplesmente amo a ZAZ, e Je Veux tem tudo a ver com o que eu penso. E pra completar, Earth Wind &Fire para celebrar setembro (e o fim do meu inferno astral! Até que enfim!)

Donnez-moi une suite au Ritz, je n'en veux pas!
Des bijoux de chez Chanel, je n'en veux pas!
Donnez-moi une limousine, j'en ferais quoi, papalapapapala
Offrez-moi du personnel, j'en ferais quoi?
Un manoir à Neufchatel, ce n'est pas pour moi
Offrez-moi la Tour Eiffel, j'en ferais quoi, papalapapapala
Je veux d'l'amour, d'la joie, de la bonne humeur
Ce n'est pas votre argent qui f'ra mon bonheur
Moi j'veux crever la main sur le cœur, papalapapapala
Allons ensemble, découvrir ma liberté
Oubliez donc tous vos clichés, bienvenue dans ma réalité

Me dê uma suíte no Ritz, eu não quero! Joias da Chanel, eu não quero!
Me dê uma limusine, o que eu faria? Papalapapapala
Me dê empregados, o que eu faria?
Uma mansão em Neuchâtel, isso não é para mim
Me dê a Torre Eiffel, o que eu faria? Papalapapapala
 Eu quero amor, alegria, bom humor
Não é o seu dinheiro que fará minha felicidade
Eu quero morrer com a mão no coração Papalapapapala
Vamos juntos, descobrir a minha liberdade
Portanto, esqueçam todos os vossos padrões
Bem-vindo à minha realidade!


quarta-feira, setembro 19, 2018

Dançando novamente


Eu confesso que só estava indo nas aulas de salsa (cubana, ainda por cima) por causa do ex. E lógico, pra sair da minha zona de conforto extremamente confortável e de quebra, desenvolver uma nova habilidade motora.

Enfim, o romance acabou infelizmente, love is over, é claro que eu não iria continuar gastando meu rico dinheirinho numa dança pouco comum e que ainda por cima me lembra muito do falecido.

Então hoje eu fui na escola pra escolher um novo ritmo. As opções pra mim eram bachata ou foxtrot, e estava com a mente aberta.

Pra ser sincera, eu nem sabia oque era foxtrot. Quando o moço explicou que era dançando música do Frank Sinatra, o meu coração já bateu mais forte! ❤️❤️❤️

A aula começou e o primeiro passo que aprendi foi o “promenade”. E a música realmente é do Frank Sinatra e afins. Os passos são elegantes, sofisticados e tem muitos giros. A apresentação será com vestido longo...ou seja, senti que essa dança tem simplesmente tudo a ver comigo! Se eu fosse numa escola hoje escolher um ritmo pra mim, seria esse (ou tango). Olha como é lindo!


 Eu sempre digo que nasci no tempo errado, porque se tivesse vivido na década de 50, 60, certamente estaria mais sintonizada com o mundo (me sinto muito deslocada). Eu amo coisas vintage, Marilyn Monroe, Elvis Presley e toda essa temática.

Enfim: adorei a dança e o estilo! Agora sim vou me dedicar em algo que realmente tem a ver com minha elegância e delicadeza natural!

Depois fui conhecer a bachata. É um ritmo legal mas muito parecido com a salsa. E tem muito contato físico, na minha pudica opinião. E não sou sexy, sou kawaii. Além disso, a minha intenção sincera é nunca mais ter contato nenhum com salsa. Por isso, decidi pelo foxtrot.

A minha escola é a Carlinhos de Jesus, pertinho do metrô Parada Inglesa, e estou adorando. Porque eu simplesmente não paro de dançar, você pode se perguntar? Ah, porque é divertido, gosto muito e eu simplesmente adoro meu professor, acho ele lindo, gentil, carinhoso, talentoso e muito maravilhoso. Então não vou deixar de ver o Ric por causa do ex. Hahahaha!

A minha musa inspiradora pode explicar melhor que eu:
If this would be a perfect world
We'd be together then (let's do it do it do it)
Only got just one life this I've learned
Who cares what they're gonna say (let's do it do it do it)
I wanna dance, and love, and dance again

terça-feira, setembro 18, 2018

Aprendendo a pedir ajuda


Uma coisa que eu nunca fui boa na minha vida é em pedir ajuda. Reconheço que era uma falha e uma falta da minha personalidade, porque desde criança, prefiro (tentar) resolver as minhas coisas e problemáticas sozinha, do que pedir ajuda. 

Segundo a minha coach, como nasci de "forceps", pra mim, qualquer tipo de ajuda dói, está marcado no meu inconsciente (e no meu rosto, pois tenho uma marquinha do nascimento). 

E realmente, quando pedia ajuda, me sentia diminuida e fraca. Preferia sofrer sozinha, e claro, sempre ajudar os outros (me mostrando inabalável para o mundo, mesmo que em caquinhos por dentro).

Dessa vez, nesse meu ultimo break up que me machucou demais, eu pedi ajuda pra todo mundo, fiquei chorando com os amigos, pedindo conselho, pedindo carinho, tentando entender o que deu errado e quais as lições eu podia aprender com esse relacionamento. Os meus amigos disseram de tudo, me aconselharam e inclusive, deram muitos insights que eu nao tinha pensado. 

E nesse processo de chorar com todo mundo, descobri porque machucou tanto dessa vez: eu terminei esse relacionamento ainda gostando muito da pessoa, e quando eu não estava no meu melhor. Mostrei para ele o pior de mim, e isso me magoa. E é uma pena mesmo não ter dado certo, porque ele combinava muito comigo.

Hoje eu sou humilde e sei pedir ajuda quando preciso, e principalmente, sei ajudar quando necessário. Outra divergência que tinha com a minha coach é que ela dizia que só podemos ajudar depois de responder três perguntas:

1) a ajuda é boa para mim
2) a ajuda é boa para a pessoa
3) ela pediu ajuda?

E eu teoricamente só poderia ajudar se as 3 respostas fossem sim. Hoje já tenho uma abordagem mais prática da coisa. Eu quero ajudar? Eu posso ajudar? Então ajudo. E que se exploda o resto. Deus está vendo, e se a pessoa não reconhecer o que eu fiz, tranquilo, eu sei o que eu fiz, e pra mim, isso já está bom. Eu tenho a consciência tranquila e pura. E isso que importa. Estamos todos juntos. Obrigada aos meus amigos e amigas, por me ajudarem sempre que preciso! 


sexta-feira, setembro 14, 2018

Corrida de ratinhos



Esses dias retomei contato com minha coach. Eu tinha pausado unilateralmente o meu relacionamento com ela, pois ela tinha uma opiniao muito forte e desabonadora sobre meu ex: que eu deveria largá-lo imediatamente (hahahahaha).

Como eu não concordei, me afastei dela (e olhando em retrocesso, me ferrei hahahahaha). E passaram-se os meses, os anos, os namorados, as dores do amor e desamor...e eis que ela voltou a me telefonar, agora para pedir ajuda para alguns casos ligados à minha expertise (diga-se, cultura japonesa).

Eu achei o MÁXIMO voltar a falar com minha querida coach, agora na respeitosa condição de consultora. E voltamos a nos falar pelo whatsapp. Eu inclusive pedi para agendar uns horários de acompanhamento do status da minha vida, algo tipo uma avaliação periódica. E ela me passou o contato de um coachee (aluno) dela.

Muito engraçado perceber, mas tendo um pouquinho de contato com ele, eu relembrei o motivo de ter perdido o tesão de visitar a minha coach (sim, eu sou uma pessoa que esquece muito facil tudo de ruim que me acontece - vai entender!!).

Ela é simplesmente otima para orientar pessoas reativas, desanimadas ou passivas, porque ela coloca muita pilha em você, pra sair nesse exato momento atrás de trabalho, metas, mais clientes, mais projetos, mais grana, mais TUDO. Eu já fui assim: reativa, desanimada e passiva. Com a ajuda dela, enxerguei muita coisa e melhorei 1000%.

Enfim, acho essa abordagem da minha coach super legal para as pessoas que estão no pique de TER mais. Só que desde aquela época, eu estou num momento pleno de SER, e não ter. Então pra mim, sinceramente, nao faz sentido ver esse menino se matar de trabalhar, com 5 empresas ao mesmo tempo, sem condições de manter uma conversa por 10 minutos, correndo de uma reuniao pra outra. Isso é vida?

Anyway, você pode ponderar dizendo: "Erika, a sua vida também é assim". Concordo, por 4 meses da minha vida, eu fico praticamente internada dentro do escritorio-hospicio, organizando o Festival do Japão e para isso, preciso largar minha vida, meu amor-proprio, meu relacionamento, meus estudos e tudo mais, e viver em função de um projeto, de uma ideia. E faço isso há dez anos, por um proposito maior. Mas assim que acaba o Festival, eu procuro voltar para a minha vida normal. Não sou um ratinho preso na gaiola. O dinheiro não me move, o proposito é mais importante pra mim.

Lógico que não sou socialista/comunista, sou capitalista, vivo confortavelmente, quero viajar e conhecer outros paises, e para isso, trabalho pra caramba. Estou fazendo cursos para melhorar minhas possibilidades de trabalho e renda, penso no meu futuro, mas sinceramente, não quero trocar minha vida por um punhado de reais, euros ou dólares. Mesmo que seja um montão. Prefiro ser feliz. E vc?