segunda-feira, junho 25, 2018

Saúde para quem precisa


No domingo, estava assistindo ao treinamento de acessibilidade e juro...a minha intenção original era voltar para o escritório e trabalhar até 22 horas, como fiz nos demais dias da semana anterior. Eu não estava me sentindo exaurida. Cansada sim, mas não exausta. E tenho muito pra fazer!

A última vez que descansei 1 dia foi há 3 semanas atrás, segundo meu Google calendar. Nos últimos 15 dias, trabalhei todos...na maioria, até 22 horas, incluindo sábado e domingo, ou com coisas do Festival ou trabalho voluntário. Ser coordenadora do Festival não é fácil!

Eu baixei um app chamado “Welltory”, que monitora sua saúde através de um exame feito pelo visor da câmera e do flash. Não sei como eles fazem, mas sai o seu batimento cardíaco e nivel de estresse.

Fiz a medição e surpreendentemente, o app descobriu que eu estava muito cansada  e recomendou descansar. Eu resolvi “escutar meu celular”, por mais louco que isso possa parecer, e fui almojantar (não sei se o app descobriu que não tinha almoçado hahaha), e descansei um pouquinho, passeei, e voltei pra casa.

Depois de tomar banho e falar com o boy, cá estou eu. Deitada na cama, tentando relaxar. Vou medir novamente meu nivel de estressse! Eu acredito que sou um dínamo, com capacidade para gerar muita energia e coisas boas. Mas para isso, preciso estar muito bem fisicamente. Então, vamos cuidar do corpo, e descansar um pouquinho!

domingo, junho 24, 2018

Aprendendo sobre acessibilidade

Hoje estava num treinamento maravilhoso de acessibilidade, que me abriu o coração e a mente para muitos preconceitos que eu tinha em relação à pessoa com deficiência.


Saber um pouco mais sobre a cultura surda, sobre a rotina de uma pessoa cega, sobre os níveis de dificuldade e resistência que as pessoas com deficiência enfrentam no dia-a-dia, foi esclarecedor. Uma oportunidade de aprendizado e exercício da empatia.

No meio do treinamento, eu chorei de emoção. As lágrimas vieram quando apareceu uma foto da equipe do palco do ano passado, no momento em que o menino com paralisia cerebral estava contando sobre a história dele.

A história dele também é nossa. A gente ajuda o Festival porque acreditamos de verdade, com toda nossa alma, no objetivo de ajudar as entidades e divulgar a cultura japonesa no Brasil. Mas esse ano, teremos uma voluntária a menos. Lembrar disso me faz sentir pequena, no sentido que a vida passa muito rápido. A gente nunca sabe o amanhã.

E pensando nisso, em como qs coisas mudam, em como a vida é tão valiosa e efêmera, refleti...será que minha fase na comissão está acabando? Será que eu quero continuar a viver assim? São respostas que somente eu posso buscar. Mas os ensinamentos de hoje com certeza permanecem no meu coração.

quarta-feira, junho 20, 2018

Saúde não tem substituto


“Erika, desculpa, demorei pra te mandar os documentos porque estou com um problema pessoal. O médico descobriu um problema na artéria do coração e vou precisar fazer um cateterismo depois do evento. Mas estou BEM, pronto pra tudo!”

Gente, fala sério!! Porquê uma pessoa que está com problemas no coração insiste em trabalhar numa área em que tudo acontece sob pressão? Será que ele acha que pode substituir o coração quando falhar? Que é uma coisa simples ter problema no coração?

Tem coisas no ser humano que realmente não consigo entender! Por mais que seja uma área bacana de trabalhar, onde não existe rotina, a área de eventos, justamente por não ter rotina, é muito estressante. Será que esse moço (tão jovem) pensa na família dele, na esposa e nos filhos, quando sai de casa pra trabalhar?

Longe de mim querer opinar na vida dos outros, mas se eu fosse ele, pedia demissão agora mesmo e ia buscar outra coisa que me completasse na vida, e curtiria minha familia. Por que por mais que a gente ame trabalhar na área, o trabalho não vai dizer "obrigado" por tudo que a gente fez por ele. Existem coisas mais importantes na vida, e uma delas é a saúde, além da família e do amor. Vamos viver a vida e cuidar do nosso corpo e mente!








terça-feira, junho 19, 2018

A gente acostuma...

Estou acostumada a trabalhar todos os dias até 22:00 e ser a última pessoa que sai do prédio. A gente acostuma, mas na verdade, não deveria né!

Eu gostaria muito de ser o tipo que deixa a responsabilidade de lado e vai curtir a vida, mas faltando 35 dias pro Festival, eu sei que o sucesso do evento também depende muito do meu esforço e da minha energia!

Preciso me concentrar, mas as pessoas que não estão vivendo minha vida tendem a não entender porque preciso me comprometer tanto com o trabalho. 

O professor reclama que não fui na aula, a amiga reclama que não vou na festa, mas a verdade é que o momento que vivo hoje exige 1000% de dedicação e atenção exclusiva. 

Afinal, quase 200 mil pessoas dependem das decisões que tomo todos os dias! É preciso estar concentrado para tomá-las, incluindo algumas medidas impopulares. E alguém precisa tomar as decisões chatas e que chateiam os outros.

A responsabilidade é grande, mas o resultado é maior. Eu sei que consigo mais. E vamos conseguir juntos! Gambarimashou!

segunda-feira, junho 18, 2018

Coaching em meio ao lixo


Esses dias recebemos o cônsul geral do Japão para uma visita técnica. Fomos lá no local do evento e eles ficaram medindo os batentes das portas, a medida dos corredores, o número de passos entre o elevador e a sala, a altura do andar. Coisa típica de japonês, sabe? 

Japoneses são extremamente meticulosos e atenciosos nas coisas pequenas, naquelas esdrúxulas mesmo e simplesmente odeiam imprevistos, ainda mais quando estamos falando na potencial vinda de um membro da família imperial. Então essa provavelmente foi a primeira de umas 30 visitas e reuniões, e estamos acostumados com isso.

Entretanto, algo inesperado ocorreu. A visita era na sala 211, 210, 209, e por final, na sala 208. E o que eles encontraram quando abriram a sala 208 foi algo assim, mas bem piorado. Quando acendemos a luz....OHMYGOD! 


Esse era o lado MENOS sujo da sala. Eu fiquei tão enojada que sinceramente, não tive condições de fotografar o outro lado. Senti vergonha de ser brasileira, na frente do cônsul geral do Japão, e abrir a porta de uma sala tão suja e nojenta. Eles estavam literalmente fazendo a reunião no meio do LIXO. E eu fiquei do lado de fora pensando "meu deus, como tem gente sem noção no mundo!!!".

O meu sentimento de vergonha não era nem porque o cônsul é representante máximo do governo japonês aqui em São Paulo, acompanhado pelo vice-consul e todo seu staff. A minha indignação é saber que existe gente que acha NORMAL fazer um evento e sair da sala e deixar tudo horrivelmente sujo, achar que isso é normal e aceitável, porque afinal, estão pagando o aluguel e outra pessoa vai fazer a limpeza. Isso é completamente abominável! Mas, espera, vai ficar pior!

Depois eu fui falar com o diretor e perguntei: do que era esse evento de gente tão porca?? E PASMEM: era um evento de COACHING. Mais especificamente, de formação de coaches. Fico pensando no tipo de coaches que foram formados nessa porcalhada. Qual a linha de atuação moral e ética desses novos profissionais? Qual o respeito que eles tem pelas outras pessoas? Como confiar num coach que sai de um evento e deixa a sala absolutamente detonada, e acha isso normal?

O diretor ainda tentou explicar que ao final do evento, os participantes fizeram um "ritual de libertação" e por isso jogaram todo aquele lixo na sala. Na minha opinião, foi uma libertação da educação e do respeito pelo outro. Porque isso não se faz. Por mais que você contrate uma pessoa para fazer limpeza do seu evento, é sacanagem largar a sala daquele jeito! A gente costuma juntar todo lixo nos sacos, deixar tudo organizado, mais ou menos limpo e arrumado, e depois sair. Somos bobos? Isso é respeito pelo próximo. Isso é vida em sociedade civilizada. E sabe o que é pior? Quando estávamos já saindo da sala, todo mundo meio abalado pela cena da reunião em meio do lixo...vi que estava chegando o faxineiro. Só no final da reunião. Isso (também) é ser brasileiro. =(




sexta-feira, junho 15, 2018

Eu não sou parada no metrô. Porquê?


Estava voltando da aula e tinha dois meninos no metrô. Eles eram negros, meio mal vestidos e estavam com celulares na mão. Gente, confesso que normalmente eu andaria meio longe (hahahaha), mas eu estou tentando adotar uma maneira diferente de (vi)ver a vida, então ao invés de ficar longe, não me distanciei dos meninos, fiquei andando normalmente. E percebi uma coisa. 

Passamos na catraca, eles pagaram a passagem com bilhete unico como eu. O cara do metrô chamou os meninos para "conversar", saber para onde eles estão indo. E me deixou passar de boa. Quando eu cheguei para esperar o metrô, eles chegaram depois, por causa do funcionário do metrô. Daí entramos no vagão, eles ficaram mexendo no celular. E saímos na mesma estação, e (surpresa), outro funcionário do metrô parou os meninos para "conversar" com eles de novo. E eles não estavam fazendo nada de errado, só andando, conversando e olhando a tela do celular, assim como todos os outros que estavam no trem!

A gente devolve o que recebe da vida. Se eu sou recebida com um sorriso (e graças a Deus, em muitos lugares, é assim que me recebem), eu devolvo com um sorriso. Mas se sou recebida com desconfiança, rancor, ódio, oque vou devolver pro mundo? Sério, tento me colocar no lugar desses meninos, que estavam completamente de boa, e foram parados 2 vezes em menos de 10 minutos, e imagina quantas vezes eles não são parados por dia, mesmo sem terem feito nada de errado? Deve ser revoltante, muito frustrante, e compreendo que é injusto julgar o outro pela cor ou pela aparência.

Eu sou muito abençoada por ser bem recebida onde vou, e mesmo nos lugares onde não conheço ninguém, por causa da minha aparência e especialmente da minha ascendência, sou muitíssimo bem tratada. Posso entrar na livraria com um livro na mão, e ninguém vai achar que eu o roubei. Posso entrar num estabelecimento qualquer e ninguém me tratará como potencial criminosa. Posso pedir para ver uma roupa na loja, e a vendedora vai me atender. Aonde vou, sou respeitada. Faço parte de uma minoria super privilegiada, num país de desprivilegiados. E isso é muito triste.

A criança precisa receber amor para aprender como dar amor. E quando a gente não recebe amor em profusão, como vamos compartilhar esse sentimento bom para o mundo? Penso em quantas crianças, quantos jovens, adultos e idosos estão vivendo desse jeito, sendo destratados, ignorados, desvalorizados, mortos, assassinados. É revoltante. Oque eu posso fazer para mudar isso (me pergunto)? E a verdade é que não descobri ainda as respostas.

No show da Paula Lima, ela cantou essa musica linda da Sandra de Sá (Olhos Coloridos). E é verdade, muitos elementos da cultura negra são valorizados e invejados. A música, a moda, a cultura. Todos querem imitar. Mas porquê as pessoas negras são desvalorizadas em nossa sociedade maluca? Porquê rir do sorriso e da alegria de um povo? O Brasil é uma mistura de raças, e todos somos meio crioulos. Se me largarem no meio do Japão, eu serei sempre meio brasileira, diferente dos japoneses. E aqui no Brasil, serei sempre meio japonesa, diferente dos brasileiros. E essa mistura que é bonita!


Os meus olhos coloridos
Me fazem refletir
Eu estou sempre na minha
E não posso mais fugir...

Meu cabelo enrolado
Todos querem imitar
Eles estão baratinado
Também querem enrolar...

Você ri da minha roupa
Você ri do meu cabelo
Você ri da minha pele
Você ri do meu sorriso...

A verdade é que você
(Todo brasileiro tem!)
Tem sangue crioulo
Tem cabelo duro
Sarará, sarará
Sarará, sarará
Sarará crioulo...

quinta-feira, junho 14, 2018

Bailando


Estou fazendo aulas particulares de salsa com o (super) professor Ricardo Garcia, da Casa da Cardeal (um lugar lindo, em plena Cardeal Arcoverde, recomendo!). Dessa vez, definitivamente, eu aprendo!

Na verdade, pra mim está sendo uma experiência interessante, porque eu antes tinha esse pensamento limitador de que não possuo coordenação motora. 

As aulas no Clube Latino e agora, na Casa da Cardeal, estão me mostrando que sim, existe esperança no final da pista. E que eu não sou tão ruim na dança quanto pensava...rsrsrs...

Dançar, pra mim, é algo completamente fora da minha zona de conforto, e que ainda me assusta um pouco. Então, é muito bom, porque o crescimento só vem com um pouquinho de desconforto! A dica é essa: as coisas que fazem bem pra nossa evolução normalmente dão um pouco de medo! Ter medo, e principalmente enfrentá-lo, é sempre bom!

O boy ama salsa, então no começo fui só pra acompanhar a onda, mas sabe que estou gostando?? É muito divertido, relaxante e gostoso. E posso aprender mais sobre música, melodia e ritmo. E se eu, a pessoa mais desengonçada do mundo, consigo dançar, então qualquer um consegue! Vamos aguardar as próximas aulas! 

quarta-feira, junho 13, 2018

Buscando as raizes


Assisti ao show da Paula Lima (uma deusa) e Funk como le Gusta (super banda) e essa música do Tim Maia - Imunização Racional (Que Beleza) - me chamou muito a atenção, porque foi a primeira vez que escutei-a com atenção.

Que beleza é sentir a natureza
Ter certeza pr'onde vai
E de onde vem
Que beleza é vir da pureza

E sem medo distinguir
O mal e o bem
Uh! Uh! Uh! Que Beleza!
Uh! Uh! Uh! Que Beleza!

Que beleza é saber seu nome
Sua origem, seu passado
E seu futuro
Que beleza é conhecer
O desencanto
E ver tudo bem mais claro
No escuro

Essa música tem muita coisa a ver com a nossa busca pelas raízes. Saber o seu nome, a sua origem, conhecer o seu passado, também é construir o seu futuro. Isso faz a gente ter certeza de onde vem e para onde vai. Isso constrói um legado que vai perdurar.

Sinto isso vibrando forte no coração de muita gente linda que eu conheço. Essa semana tive a oportunidade de ficar no camarim de um evento - coisa que não fazia faz tempo - e pude ver crianças, jovens, adultos e senhorinhas, todos dedicando um domingo de sol, seu dia de descanso, pra divulgar a cultura japonesa (Uh! Uh! Uh! Que Beleza!).

Nesse mundo cheio de ódio, preconceito e desesperança, é maravilhoso fazer parte de coisas tão lindas!! Muita gratidão!! Muita luz!! Muita inspiração!!

Depois do evento, falamos das memórias bonitas do Centenário, agora dos 110 anos, e do futuro, nos 120 anos. Talvez a vida mude nosso caminho, muita coisa pode acontecer em nossa jornada, então a gente não sabe se estará à frente das comemorações dos 120 anos, mas uma coisa tenho certeza: o nosso trabalho é importante. Cada pensamento de esperança está fazendo diferença! E seguimos em frente, porque sabemos de onde viemos e para onde vamos!

terça-feira, junho 12, 2018

Namorar é preciso



“Namorar é perda de tempo e de dinheiro”. Quem falou isso foi um rapaz bonito, no elevador do shopping, para um grupo de amigos. Eu escutei e anotei mentalmente pra escrever sobre isso hahahaha! Afinal, coisas banais do cotidiano viram post no blog!

Eu sinto compaixão pelo menino, porque ele ainda é novo e vai viver muita coisa na vida. Provavelmente ele não se apaixonou, muito menos amou alguém. E a opinião dele deve mudar com o passar do tempo.

Namorar pode ser sim, perda de tempo e dinheiro (meudeusdoceu, eu que o diga hahahaha, porque perdi muito de ambos!). Mas não deixaria essas experiências de lado, mesmo as ruins. Sim, eu acredito no amor e em relacionamentos, e principalmente, sei que a gente aprende com todas as experiências, boas ou ruins!

Mesmo perdendo algumas coisas, na verdade, a gente ganha muito. Ganha experiência, resiliência, calma e maturidade. Se a gente se dedicou de coração, nada nessa vida é perda de tempo. Tudo tem um motivo pra acontecer e existe uma razão para encontramos cada pessoa em nossa vida.

Não existe relacionamento perfeito, mas existe aquela relação que a gente constrói. Nisso eu acredito. E eu estou em busca de construir o melhor relacionamento da minha vida, com um homem real e imperfeito.

Lógico que eu acredito que sim, é possível ser muito feliz sozinha(o). Mas um relacionamento dá um sentido mais amplo pra nossa vida. Quando a gente ama, a felicidade é multiplicada!

Amor é decisão e escolha. É um compromisso com o outro e com você mesmo! E namorar é tão bom...mesmo que a gente invista tempo e gaste um pouco de dinheiro! Hoje é Dia dos Namorados, e o meu está tão longe, mas dava tudo para estar com ele agora! (Atualização, ele me ligou e estou suuuuuuuuuuper feliz!!). Bom, espero que o menino mude de ideia e namore muito! Porque namorar é bom demais! ❤❤❤

segunda-feira, junho 11, 2018

Uma reunião com o ministro Taro Kono


Um dia emocionante, para ficar no coração pra sempre! Tivemos a honra de participar de um encontro com o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, Taro Kono, em sua primeira visita ao Brasil e à América Latina!

Nesse encontro, recebemos a grata oportunidade de conversar e trocar ideias sobre os nossos sonhos e sobre oque nos inspira a trabalhar pela comunidade nikkei e pela divulgação da cultura japonesa no Brasil.

Muita gratidão a todos os amigos do Consulado, da Associação Brasileira dos Ex-bolsistas Gaimusho Kenshusei e um agradecimento especial ao Sandro Hojo, que fez um desenho absolutamente perfeito do ministro, que o Kono san adorou! Esperamos que ele retorne muitas vezes ao Brasil! E que possamos mostrar muita coisa linda em cada visita!



Para mim, foi algo realmente incrível e que antes de superar minha “síndrome do impostor”, talvez nem tivesse acontecido. Lembro de uma vez em que o cônsul me ligou para oferecer uma bolsa para o Japão, e eu simplesmente recusei, porque (achava que) tinha “n” coisas para fazer (mas no fundo, no fundo, achava que outras pessoas mereciam mais do que eu).

Eu sei que não é um pensamento racional, mas a verdade é que nosso inconsciente é irracional. Hoje, deletada essa má função do meu cérebro, eu sei que sou sim totalmente merecedora dessas oportunidades!! 
Tenho hoje a consciência que trabalho muito, me esforço mais ainda, e que meu conhecimento e minha rede de contatos  valem mais do que um lote de diamantes! 
E você também, que está lendo esse post, tenha absoluta certeza da sua unicidade, do seu valor, e do quanto você é importante nesse mundo.  Não deixe esse mundo maluco diminuir ou frustrar seus sonhos, continue batalhando, seguindo em frente, acreditando. O meu sonho está vivo e a cada dia, tenho mais possibilidades de me desenvolver e construir um legado. E o seu legado, como está?