sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Palavras

Estava escutando radio hoje, e de repente começou a tocar 50Cent (que fique registrado que eu nao costumo ouvir essas radios, geralmente fico na Eldorado). Realmente, nao sei como as pessoas podem escutar uma porcaria dessas - ou seja, 50 Cent. Será que é porque as pessoas nao entendem a letra e acham cool?

Porque o cara diz que é cafetao, diz que as mulheres sao lixo, que pode levar, traçar e fazer o que quiser com elas, e isso é absolutamente nojento e degradante contra as mulheres. Em termos de letra, acho pior que o funk carioca!E é interessante notar que algumas radios pop estao tao hip hop que parece que estamos no Bronx, e nao em SP. Mas podiam pelo menos escolher coisas boas, como Macy Gray. Nao 50 Cent e acólitos.

Em tempo, gosto de musicas do estilo do Justin Timberlake e Black Eyed Peas. Por isso escuto de vez em quando a JP e a 97. E sobre tudo isso que acontece no Brasil: violencia, insegurança, medo de olhar o outro na rua. E aí, nós nao vamos fazer nada? Acesse www.euvoufazeralgo.com.br.

Segue um texto do Paulo Coelho, que fala sobre um dos poderes mais magicos e essenciais do mundo: o poder das palavras. Junto com o poder do pensamento, transforma a realidade. Bjs.

As palavras transformam

Diz o mestre: A palavra é poder. As palavras transformam o mundo e o homem.

Todos nós já escutamos dizer: “Não se deve falar das coisas boas que nos acontecem, pois a inveja alheia destruirá nossa alegria”. Nada disso.

Os vencedores falam com orgulho dos milagres de suas vidas. Se você coloca energia positiva no ar, ela atrai mais energia positiva - e alegra aqueles que realmente lhe querem bem.

Quanto aos invejosos, aos derrotados - estes só poderão lhe causar algum dano se você lhes der este poder.Não tema. Fale das coisas boas da sua vida para todos que quiserem ouvir. A Alma do Mundo precisa muito de sua alegria.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Psicopatias e simpatias

Hoje saiu uma materia muito bacana no Jornal Nacional, falando sobre as coisas anormais que nós nos acostumamos a perceber como normais, por causa da violência e da insegurança. Por exemplo, passar no sinal vermelho de noite, quando está tarde. Todo mundo faz isso. É consenso geral. È questão de sobrevivência!

E o que dizer da pratica de manter duas bolsas no carro (uma é do ladrão), e ainda ficar olhando para os lados quando a gente pára no semáforo? É inevitável. Olhar pros lados antes de abrir a porta da sua casa. Agora os bancos fecham de noite pra aumentar a segurança, mas perdemos uma grande conveniência, porque não dá pra retirar dindin no caso de uma emergência.

A gente também parou de usar coisas chamativas, pra não atrair ladrão. Por exemplo, eu costumava andar mais arrumadinha, e agora ando meio largada, mas é por precaução mesmo! Caramba, vivemos numa psicopatia geral. É como se fosse uma roleta russa. Saio de casa sem saber se volto direitinho, com segurança. E ainda falaram do stress pré-traumatico, além do pós-traumatico. Que futuro estamos construindo para o nosso país, afinal de contas?

Fico pensando no que posso fazer concretamente para melhorar a situação do nosso Brasil. Já ajudo asilo de velhinhos, já ajudo causas culturais, ajudo tambem instituição para pessoas portadoras de deficiência. Já entreguei sopa pros moradores de rua. Já visitei favela. Eu sinceramente acho que faço a minha parte, até mais do que a minha parte.

Será que se todos fizessem uma parte, o Brasil melhoraria? Aliás, adianta a gente fazer a nossa parte, se o governo não faz a parte dele? Ai meu Deus, que conversa mais complicada e deprimente...melhor parar por aqui. Eu ainda acredito num caminho brilhante pro Brasil. E trabalho pra isso. Até porque se eu não acreditasse no Brasil, acho que ia morar em outro lugar.

Bom, eu pensei em dar aulas de inglês pra crianças carentes. Ou então de jornalismo mesmo. Fotografia. Historia. Algo assim, sei lá. E vc, tem alguma sugestão de como podemos melhorar o Brasil? Bjs. =)

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Cartas de Iwo Jima




No começo da semana, assisti em primeira mão ao filme Cartas de Iwo Jima, do Clint Eastwood, que estréia amanhã. Era um evento do consulado, e foi extremamente bem organizado, como alias, é de praxe em todos os eventos do Consulado e da Fundação.

Este é um filme que realmente toca o seu coração, que não te deixa fugir dessa realidade, porque é uma historia que aconteceu de verdade, há 60 anos. A fotografia, com texturas de areia e fumaça, retrata com precisão essa grande perda que é a guerra, em todos os sentidos. Era esse o sentido que o Clint Eastwood queria dar para o filme: que a guerra significou a perda de vidas de jovens, dos dois lados.

Uma guerra significa a morte de jovens, pessoas perfeitamente capazes de contribuir para a sociedade, que morreram muito cedo, de uma maneira trágica, cruel e triste. Muito sofrimento das famílias, dos soldados, de todo um país. Muito triste e tocante. Todos precisam conhecer essa historia, para que não aconteça novamente.

Os soldados seguiam o comando do General Kuribayashi, que está magnífico com o Ken Watanabe. Cada olhar dele transmite a firmeza do caráter do general, um homem verdadeiramente honrado, que fez o possível para preservar vidas. Ao mesmo tempo, ele sabe que as chances vão diminuindo ao longo da batalha, mas segue adiante, segue sendo um general, um líder.

E me impressionou muito o personagem do Barão Nishi, campeão olímpico de equitação, que realmente existiu (quer dizer, não tao heróico como no filme, mas existiu). A cena em que ele consola o soldado americano é uma das mais bonitas que eu já vi. E quando o soldado morre, e ele lê a carta da mãe do jovem americano, é que os soldados percebem: somos todos iguais. E realmente, somos.

Talvez tenha sido todo esse sofrimento da guerra, ou seja, a vontade de honrar a memória dessas milhares de pessoas mortas, que fez o Japão se reerguer no pós-guerra. Minha batian me contava como era difícil a vida no Japão, e como foi difícil a vida no Brasil. Eu, como neta de japoneses, me emociono quando penso nisso. Todos deveriam assistir. Bjs.

sábado, fevereiro 10, 2007

No-ismos

Hoje assisti ao espetaculo de dança que mais me emocionou até hoje: Noism 07, com NINA - Materialização do Sacrificio, no SESC Pinheiros. Foram momentos tao mágicos, tao intensos, que saí do teatro pensando no que eu tinha visto, e pensando no que as pessoas sentiram, e se elas sentiram o mesmo que eu, ou tanto quanto eu.

Uma companhia de dança maravilhosa, com um coreografo super jovem, carismatico, de bem com a vida. A casa estava lotada, tanto no BP como no espetáculo. O corpo como objeto, sem ismos (no-ism), um corpo leve e ao mesmo tempo fisico. Muito lindo! Acho que nunca vi movimentos tao rapidos e limpos.

E o SESC Pinheiros é um lugar que vc entra e sente orgulho por morar na cidade de Sao Paulo, orgulho de ser brasileiro (desculpe o lugar comum). Que lugar fantastico, gostoso, aconchegante. Ficaria lá o dia todo, se pudesse. Fui na "comedoria" (restaurante) e comi pao de tapioca (2, porque nunca tinha comido e é uma delicia), sagu com vinho e tomei suco de laranja organico. Vi 2 exposicoes, uma de fotos e outra de artes plasticas. E ainda tive essa experiencia maravilhosa de NINA.

Ah, e meu almoço foi no Sato, restaurante pops da Liberdade, mas que eu gosto muito de ir, porque a comida é boa e lembra minha infancia, lembra coisas boas, sabe?? E passei um tempo hoje no predio do Bunkyo, com reuniao dificil e fazendo limpeza numa sala cheia de cacarecos (japones tem a mania, ou melhor dizendo, a psicopatia, de guardar todo e qualquer tipo de lixo. Resultado, escritorios que parecem mais deposito de lixo! Xô lixo, vai tudo pra doação!!)

Puxa, desde ontem estou muito, muito triste, chocada e abalada com o que aconteceu no Rio. Tao triste que acho que nao consigo nem escrever a respeito. Eu choro quando vejo as materias na TV, quando penso no caso, quando leio sobre o enterro do menininho. Nao posso ver, preciso desligar desse assunto. Ou fazer alguma coisa a respeito, sei lá. Mas nao sou eu que estou maluca. O mundo é que está maluco. Ou todos nós. Acho que o texto abaixo, do Paulo Coelho (www.g1.com.br) resume muito do que eu penso a respeito. Bjs.


Por quem os sinos dobram


Então estamos nos aproximando cada vez mais do Mal Absoluto. Quando rapazes, em pleno controle de suas faculdades mentais, são capazes de arrastar um menino pelas ruas de uma cidade, isso não é apenas um ato isolado: todos nós, em maior ou menor escala, somos culpados.

Somos culpados pelo silêncio que permitiu que a situação em nossa cidade chegasse a este ponto.

Somos culpados porque vivemos em uma época de “tolerância”, e perdemos a capacidade de dizer NÃO.

Somos culpados porque nos horrorizamos hoje, mas nos esquecemos amanhã, quando há outras coisas mais importantes para fazer e para pensar.

Somos os olhos que viram o carro passar, o medo que nos impediu de telefonar para a polícia. Somos a polícia, que recebeu alguns telefonemas através do número 190, e demorou para reagir, porque o Mal Absoluto parece já não pedir urgência para nada. Somos o asfalto por onde se espalharam os pedaços de corpo e os restos de sonhos do menino preso ao cinto de segurança.

A cada dia uma nova barbárie, em maior ou menor escala. A cada dia algum protesto, mas o resto é silêncio. Estamos acostumados, não é verdade?

Muitos séculos atrás, John Donner escreveu: “nenhum homem é uma ilha, que se basta a si mesma. Somos parte de um continente; se um simples pedaço de terra é levado pelo mar, a Europa inteira fica menor. A morte de cada ser humano me diminui, porque sou parte da humanidade. Portanto, não me perguntem por quem os sinos dobram: eles dobram por ti.”

Na verdade, podemos pensar que os sinos estão tocando porque o menino morreu, mas eles dobram mesmo é por nós. Tentam nos acordar deste cansaço e torpor, desta capacidade de aceitar conviver com o Mal Absoluto, sem reclamar muito – desde que ele não nos toque.

Mas não somos uma ilha, e a cada momento perdemos um pouco mais de nossa capacidade de reagir. Ficamos chocados, assistimos às entrevistas, olhamos para nossos filhos, pedimos a Deus que nada aconteça conosco. Saímos para o trabalho ou para a escola olhando para os lados, com medo de crianças, jovens, adultos. Entra ano, sai ano, mudam-se governos, e tudo apenas piora. O que dizer? Que palavra de esperança posso colocar aqui nesta coluna?

Nenhuma.

Talvez apenas pedir que os sinos continuem tocando por nós. Dia e noite, noite e dia, até que já não consigamos mais fingir que não estamos escutando, que não é conosco, que estas coisas se passam apenas com os outros. Que estes sinos continuem dobrando, sem nos deixar dormir, nos obrigando a ir até a rua, parar o trânsito, fechar as lojas, desligar as televisões, e dizer: “basta. Não agüento mais estes sinos. Preciso fazer alguma coisa, porque quero de volta a minha paz”. Neste momento, entenderemos que embora culpemos a polícia, os assaltantes, o silêncio, os políticos, o hábito, apenas nós podemos parar estes sinos.

Nosso poder é muito maior do que pensamos – trata-se de entender que não somos uma ilha, e precisamos usá-lo. Enquanto isso não acontecer, o Mal Absoluto continuará ampliando seu reinado, e um belo dia corremos o risco de acreditar que ele é a nossa única alternativa, não existe outra maneira de viver, melhor ficar escutando os sinos e não correr riscos.

Não podemos deixar que chegue este dia. Não tenho fórmulas para resolver a situação, mas sou consciente de que não sou uma ilha, e que a morte de cada ser humano me diminui. Preciso parar minha cidade. Não apenas por uma hora, um dia, mas pelo tempo que for necessário. E recomeçar tudo de novo. E, se não der certo, tentar não apenas mais uma vez, mas setenta vezes. Chega de culpar a polícia, os assaltantes, as diferenças sociais, as condições econômicas, as milícias, os traficantes, os políticos.

Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Sasha maluca

Minha cachorrinha, a Sasha, é um amor (na foto, ela está à direita, o outro é o Puff). Ela é um docinho, não faz barulho, não late, não bagunça, come ração direitinho. Exceto quando chove.

Nesses dias de chuva e trovoada, ela vira simplesmente o cão do diabo. Tipo Jekill e Hyde, sabe?
Daí ela fica nervosa, assustada, pulando de um lado pro outro, arranhando sofá, cama, lençol, porta, etc.

Em dias de chuva, ela também fica louca, e já tentou o suicídio (em ordem cronológica): fugindo de casa, quase pulando da janela, subindo no fogão e ficando em cima do forno de microondas. Como é meio burrinha, não deu certo em nenhuma das tentativas (felizmente). Mas quando ela fugiu de casa foi preocupante, ainda mais porque eu não estava em casa. Ainda bem que a encontraram, senão ia ficar sem a minha Saxux.

Agora, quase 3 da manha de uma quinta-feira, estou acordada porque senão minha cachorrinha tem um surto. Pode uma coisa dessas? Ela fica tranqüila se eu estou perto e acordada. Se eu estiver perto e dormindo, tome bagunça no quarto!! É o bicho não é tao burrinho assim...=)

Meu lado RP foi bastante desenvolvido nos últimos dias. Segunda e terça fui nas cerimônias de posse da JCI e Asebex. Foi muito legal, deu para rever pessoas queridas, conhecer novas pessoas, retomar contatos e conversar bastante.

Hoje tive 2 reunioes ao mesmo tempo (Festival e Seinen). Fiquei extremamente feliz e animada com o resultado de uma das reuniões. E estou lendo 2 livros novos: “A Costura do Invisível”, do Jum Nakao, e “A Taste of Japan”, do Donald Ritchie. Muito bacana!! Bjs.

domingo, fevereiro 04, 2007

My best friend´s wedding

Hoje assisti na TV ao melhor filme da Julia Roberts, na minha modesta opiniao: O Casamento do Meu Melhor Amigo. E é tao estranho pensar que a obra é de 1997, ou seja, 10 anos se passaram, e o filme continua muito bom, emocionante, mágico.

Pelo menos para mim, continuo assistindo numa boa. Uma grande historia de amor by Hollywood. Incrível, sem cenas de sexo, violência ou drogas. Uma típica love story, como os filmes do Gene Kelly e Fred Astaire.

E é sim uma bonita historia de amor, ou melhor, do amor que vc precisa saber entregar, saber desistir quando nao dá mais. É um filme engraçado, espirituoso, musical, onde o requisito mais importante para amar é a entrega, a confiança, e o sacrifício (por que não? Afinal, todos nos sacrificamos em prol do que é mais importantes). E tem algo mais importante do que amar e ser amado?

Afinal, o momento da Jules já tinha passado com o Michael. Ela não soube amá-lo no momento em que ele a amava, e a vida tem seu ritmo musical, assim como no filme. Quando ela descobriu que o amava, e que precisava muito dele, já era tarde, e ele estava em outra. E a Cameron Diaz está linda nesse filme, adorável mesmo. Mas a melhor parte são todas as cenas do George (Rupert Everett). Acho ele um ator fantástico, pena que não tenha conseguido bons papeis depois de ter assumido ser gay. Que sociedade mais besta a nossa.

Alias, será que as pessoas normais, sem viés jornalístico, conseguem perceber que uma semana o Globo Repórter apresenta programa de bichinho, e na outra semana, são dicas de comidas saudáveis, e no meio destes temas, de vez em quando, emprego? Será que não existe uma pauta mais criativa para esses programas??

E o tema do aquecimento global entrou firmemente na pauta da Globo. Semana passada era no Jornal da Globo, e tem uma serie no Fantástico tambem. No fim do ano passado assisti “O Planeta Branco” (Planet Blanche), uma produção francesa, dentro de um evento do Consulado Geral da França. Esse filme mexeu bastante comigo.

Aquecimento global é um tema super importante, mas que infelizmente está muito longe das nossas mãos. O que eu posso fazer, eu faço no meu dia-a-dia, todos nós contribuímos, mas e os EUA e China, os maiores poluidores do planeta?? Pior é que o clima será intolerável daqui a 20 anos, se nada for feito. Por enquanto, chega de discussões filosóficas e ecológicas. Fecho com a letra da musica que o George canta no restaurante. Uma cena memorável! Bjs.

I SAY A LITTLE PRAYER (Dionne Warwick)
The moment I wake up
Before I put on my makeup
I say a little prayer for you
While combing my hair, now
And wondering what dress to wear, now
I say a little prayer for you

Forever, forever, you'll stay in my heart
And I will love you
Forever, forever, we never will part
Oh, how I'll love you
Together, together, that's how it must be
To live without you
Would only be heartbreak for me

I run for the bus, dear
While riding I think of us, dear
I say a little prayer for you
At work, I just take time
And all through my coffee break-time
I say a little prayer for you

My darling, believe me
For me there is no one
But you ....

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Just stuff...

Olha que bacana fica o meu texto depois de passar pelo “The Eater of Meaning” (http://www.crummy.com/software/eater/). Até parece que eu escrevo grego!!

Kasd, gubergren no sea Takimata. Sanctus est´lorem ipsum dolor sit amet lorem ipsum dolor, sit amet Consetetur´sadipscing elitr sed diam, Nonumy eirmod tempor invidunt ut. Labore´et dolore magna aliquyam erat, sed diam VOLUPTUA at Vero Eos - Et.

Hoje fui buscar meu carro no mecânico, então estou significativamente mais pobre, mas pelo menos o mau humor melhorou (um pouquinho), já que agora estou novamente motorizada. Depois, reuniões, reuniões, pedidos impossíveis, mais atas de reuniões e pizza pra encerrar o dia.

E hoje a noite acaba a série 24 horas. Será que o Jack Bauer vai fazer o presidente Logan falar a verdade? Será que mais algum terrorista maluco vai aparecer do meio do nada? Será que eu vou agüentar até a próxima temporada? Ai meu Deus, o problema de viciar nessas coisas é que vou ficar ansiosa, mesmo lendo os spoilers!! Bjs.